quarta-feira, 21 de abril de 2010

Reinventando o Bolonhesa: Porco e Pimentão



Resolvemos inventar uma coisa nova. Inspirados no tradicional molho a Bolonhesa, tivemos a ideia de fazer um molho de panela, só que sem tomate e sem carne de vaca. Fizemos com pimentões vermelhos e carne de porco.

Hoje comemos novamente com uma massa do Primo Pastifício (excelente, recomendamos).

A ideia é a mesma de qualquer molho de panela de pressão: refogue os ingredientes e cozinhe até desmanchar. A gente costuma abrir a panela depois de um tempo para ver como está a água e dar uma mexida.

O que nós usamos foi o seguinte:

- 2 Pimentões vermelhos grandes e bem maduros
- 350 g de Alcatra Suína
- 1 Cebola
- 4 dentes de Alho
- 1 Cenoura
- Louro a vontade
- 1 colher de sopa de Açúcar
- Sal a gosto

Pique todos os ingredientes (no geral em cubos) e a carne em tiras. Os dentes de alho podem ficar inteiros.

Aqueça um pouco de óleo e refogue a carne. Adicione os ingredientes aos poucos, para refogá-los - a sequencia é cebola, alho, pimentão e cenoura. Adicione o açúcar e mexa até ficar homogêneo.

Coloque água até cobrir os ingredientes e mais um pouco, as folhas de louro e feche a panela. Cozinhe por uns 25 minutos e veja como está. A ideia é que assuma uma consistência pastosa. O pimentão deve desaparecer; a carne vai ficar em pedaços menores.

Depois é só servir com uma massa de sua preferência.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Fusili com Linguiça em Calda de Romãs e Espinafre



Isso ficou muito bom. Tinha tudo pra dar errado, mas não deu. Comprei despretenciosamente um pacote de uma linguicinha aperitivo só porque achei bonita. Era rosa. A Priscila ficou com medo; disse "Não gosto de comida rosa". Vai entender.

Chegando em casa me deu vontade de fazer macarrão, mas não queria nada do que tinha, então resolvi por a criatividade para funcionar. Olhei para minhas linguicinhas rosas e pensei "São vocês mesmas".

O que eu usei:

- 1 1/2 colher de sopa de Azeite de Oliva.
- 300 g de Linguiça aperitivo apimentada - ela tinha um quê de calabreza, mas não era lá uma calabreza genuína; ainda assim era muito bem feita e de boa qualidade.
- 1 1/2 colher de sopa de Açúcar (usei cristal, refinado pode ser menos, tipo uma colher).
- 1 1/2 colher de sopa de Xarope de Romã (desses tipo sírio).
- 1 colher de chá de Canela.
- 1 pitada generosa de Noz Moscada.
- 1 colher de sopa rasa de Salsa (usei aquela desidratada; acho que funciona melhor nesse caso).
- Fusili integral suficiente para 2 pessoas.
- Espinafre Fresco a gosto (o suficiente para forrar o prato).

A coisa toda levou uns 15 minutos. Portanto, é muito fácil. Tem apenas um segredo (e talvez uma adaptação).

Piquei as linguiças com uma tesoura de cozinha. Funciona bem melhor que a faca (lembrar que era linguiças aperitivo, da bitola de um dedo). Em uma panela funda e não muito larga, suficiente para que as liguiças fiquem todas no fundo, bem próximas, e diminuir a bagunça no fogão, aqueci o azeite em fogo baixo, até começar a cheirar um pouco, mas sem queimá-lo. Coloquei as linguiças e tampei imediatamente.

Esse é o segredo. A linguiça solta muita água e nós queremos essa água. Deixei a panela tampada por uns 2 ou 3 minutos. Ao abrir, a linguiça estava mergulhada na mistura de água (que saiu dela) e azeite. Aqui é o ponto em que pode haver a adaptação: se a sua linguiça não soltar tanta água como a minha, veja se não é preciso por um pouco mais. A ideia é deixá-la cozinhando por mais uns 5 minutos.

Como a minha estava mergulhada, amentei um pouco o fogo e deixei que ela cozinhasse até perder quase metade da água. Abaixei novamente o fogo e coloquei o açúcar. O aspecto muda imediatamente e começa a se formar a calda. Coloquei em seguida o xarope de romã, a canela e a noz moscada, sempre mexendo bem.

(Antes do açúcar já é uma boa hora para começar a cozinhar o macarrão, se você estiver com pressa.)

Continuei mexendo em fogo baixo até reduzir um pouco mais (metade ou pouco menos da metade da água). Apaguei o fogo e só então coloquei a Salsa. Depois de cozido o macarrão, é importante misturá-lo na própria panela da calda, para não perder nem um pouco.

Na hora de servir, a Priscila teve uma ideia ótima, que foi a de colocar espinafre forrando o prato. Servimos o macarrão sobre o espinafre. Ficou excelente.

Por incrível que pareça, aceitou até um pouco de parmesão (sem exagero).

E não precisa de sal. A linguiça já tem o suficiente. Nem preciso dizer que ficou uma delícia! Tive que vir postar imediatamente. Se alguém nos acompanha com alguma regularidade, deve saber que eu demoro um pouco para postar as coisas... sempre levo bronca da Priscila.

sábado, 10 de abril de 2010

Broa de Fubá da Vó Maria Regina


Essa é uma típica "quitanda" de Minas Gerais. Não sei porque, mas quitanda em Minas não é o lugar que vende verduras e frutas, mas os quitutes caseiros como broa, biscoito de polvilho, bolo de coco, mandioca, rosca de leite condensado e etc. Eu, como cresci chamando essas coisas de quitanda, não estranho e continuo chamando. O marido paulista/paranaense ri toda vez que ouve eu falar que vou fazer uma quitanda, mas come que é uma beleza!

- 5 Ovos
- 1 xícara de Leite
- 3/4 xícara de Óleo
- 2 xícaras de chá de Fubá de Canjica (não é fubá comum, esse só encontra em MG. Eu importo de Uberlândia)
- 3 colheres de sopa bem cheias de Açúcar
- 1 colher de café de Sal
- Canela e Erva-doce a gosto

Pré-aqueça o forno em temperatura alta. Bata bem todos os ingredientes menos no fubá no liquidificador. Coloque a massa em uma vasilha e misture o fubá aos poucos. A massa deve ser um pouco mole, para ser trabalhada de colher. Eu gosto de fazer com uma colher de chá, para as bolinhas ficarem pequenas, mas o tamanho tradicional de broa deve ser na medida de uma colher de sobremesa ou sopa. Coloque em um prato fundo um pouco do fubá. Faça bolinhas com duas colheres, jogue as bolinhas no prato e sacuda o prato, ou role cada bolinha no prato, para enfarinha-las. Coloque as bolinhas enfarinhadas em um tabuleiro untado com óleo, com certa distância entre elas para não grudar. Asse em forno bem quente, para que elas cresçam e fiquem ocas dentro, por aproximadamente 15 minutos. Se as broas não estiverem coradas, deixe mais uns minutos até corarem.

terça-feira, 23 de março de 2010

Cozido Português



Esse cozido nós fizemos numa panela elétrica que cozinha lentamente os alimentos (Crock Pot ou Slow Cooker). Ela é bem comum nos Estados Unidos, quase impossível de achar no Brasil. Aqui a gente usa mais a panela de pressão, lá eles cozinham tudo que é duro por horas nessas panelas elétricas. O cozimento nelas dura de 4 a 8, 10 horas, dependendo do alimento e da temperatura ajustada. As coisas apesar de ficarem bem cozidas e macias não desmancham e viram purê como as vezes acontece na panela de pressão. A dica é usar carnes mais duras, dessas típicas para cozidos ou picadinhos como costela, cochão duro, músculo, acém, fraldinha.

No cozido são usados tradicionalmente carne de boi e linguiça defumada. Os legumes variam entre diferentes tipos de batatas, incluindo a batata doce, abóbora, cenoura, cebola, banana da terra, repolho e ovos cozidos. Como são muitos ingredientes a probabilidade de você errar a quantidade é enorme. Você pega um pouquinho de cada e quando põe na panela é que percebe o volume total. A quantidade de ingredientes abaixo serve 8.

Ingredientes:
1 Linguiça Portuguesa
900g de Costela Bovina
2 Cenouras
2 Mandioquinhas pequenas (=batata baroa)
1 Batata Doce
3 Batatas
1/5 de Abóbora
2 Bananas da Terra
4 Cebolas cortadas em juliana
1/2 Repolho
Azeitona
5 Ovos cozidos

Prepare os alimentos para serem colocados na panela (lave e pique em pedaços grandes), vão todos menos a banana, o repolho e os ovos direto na panela elétrica. A dica é colocar os alimentos em camadas, os mais duros embaixo e os menos duros em cima. Primeiro as carnes, depois as batatas, a abóbora, cenoura e cebola. Adicione 400ml de água, sal, pimentas variadas (jamaicana, rosa e branca inteiras ficam ótimas), salsa seca e louro. Para o bom funcionamento da panela elétrica você deve enche-la pelo menos até a metade. Esse tanto de ingrediente enche a nossa até a tampa... Com a panela muito cheia o tempo de cozimento aumenta. Nesse caso, depois de adicionar a água ligamos a panela no alto (high) até que a água começasse a ferver, por aproximadamente 1 hora. Depois mudamos a temperatura para o baixo (low) e deixamos cozinhando por 8 horas.

Cozinhe numa panela separada os ovos e a banana da terra, os dois com a casca. O repolho cozinha muito rápido, só no vapor. Ele pode ser tanto adicionado na panela elétrica na última meia hora de cozimento, quanto no final do cozimento do ovo e da banana. Fica à sua escolha. Para cozinhar o repolho corte-o em pedaços grandes e separe as folhas. Descasque os ovos e corte-os na metade, descasque a banana e corte em rodelas grossas. Misture tudo numa travessa, inclusive as azeitonas, regue com azeite de oliva e sirva com arroz.

domingo, 14 de março de 2010

Bolo Denso em Chocolate com Cardamomo


Essa receita é uma adaptação de um bolo do Pierre Hermé. O dele não leva cardamomo, mas a massa é ótima. Por isso, aproveitei a massa e coloquei um dos meus tempeiros preferidos. A receita é simples e não tem erro. Sempre dá certo e é sucesso onde eu levo. Como esse bolo é pesado, ele é bom como sobremesa, ou bolo de aniversário de adultos. Sempre que eu faço é para algum evento e sempre tem ótima aceitação e saída. Da última vez foi o aniversário de uma amiga, Lucilia.

250g de Chocolate Amargo de boa qualidade picado

250g (1 1/4 xic) de Manteiga sem sal em temperatura ambiente

200g (1 xic) de Açúcar

4 Ovos grandes em temperatura ambiente

70g (2/3 xic) de farinha de trigo

1 1/4 colher de chá de cardamomo em pó

Cobertura Ganache de chocolate:
250 gramas de chocolate amargo
1/2 lata de creme de leite

1) Pegue uma forma redonda de 24-cm e de pelo menos 5 cm de altura. Unte a forma com margarina e polvilhe farinha de trigo ou forre com papel manteiga. Pre-aqueça o forno a 180˚C.

2) Você precisará derreter o chocolate para utilizá-lo. Eu prefiro colocar os quadradinhos ou lascas de chocolate em uma tigela e levar ao microondas. Escolha uma temperatura mais baixa, média e ligue 2 a 3 minutos. Tire mexa e se necessário esquente mais um pouco. Faça aos poucos para não ferver o chocolate. Outra opção é fazer um banho-maria no fogáão. Coloque uma panela no fogo com um pouco de água e ponha uma tigela em cima da panela. A tigela não pode tocar a água. Jogue o chocolate picado na tigela, ligue o fogo e derreta o chocolate. Reserve o chocolate derretido para que esfrie.

3) Enquanto isso, ponha a manteiga e o açúcar na batedeira e bata por uns 4 minutos em velocidade média. De vez em quando raspe a mistura que fica nas laterais para se assegurar que tudo fique bem batido.

4) Acrescente os ovos 1 por 1, batendo por 1 minuto após cada adição.

5) Reduza a velocidade da batedeira e acrescente o chocolate derretido, só o suficiente para que o chocolate se incorpore à massa.

6) Acrescente a farinha de trigo e o cardamomo, misture só para que a farinha se incorpore à massa.

7)Transfira para a forma e leve ao forno por 30 minutos.

8) Quando você testar com um palito deve encontrar uma mancha de chocolate na faca. Este é o ponto, o bolo ainda vai estar levemente úmido no centro. Retire do forno e deixe esfriar e desenforme. Se estiver difícil de desenformar leve à geladeira por uma hora ou duas (eu nunca tive esse problema e sempre uso o papel manteiga ao invés de untar).

9) O ganache de chocolate para a cobertura é simples. Derreta o chocolate e acresente o creme de leite. Misture e deixe esfriar um pouco. Espalhe o ganache ainda morno emcima do bolo.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A batalha das castanhas portuguesas



Sobrou do natal um saco de castanhas portuguesas já cozidas e deliciosas. Era muita castanha e como só eu como, pois o Gu não acha graça, as congelei. A idéia era ir comendo aos poucos, pura mesmo, pois eu, na época, me recusei a fazer qualquer coisa com as castanhas que estavam tão gostosas! Passados 2 meses, o saco de castanhas continuava no congelador e parecia intacto, apesar deu ter comido algumas vezes. Realmente, eu não daria conta de toda a castanha sozinha, então, me rendi a transformá-la em alguma coisa que nós 2 e quem sabe uns amigos comam. Procurei na internet receitas de bolo, achei várias, uma da Nigella, outra de um site português, mas escolhi uma de um site dos plantadores de castanha nos Estados Unidos. Parecia simples, realmente a receita não tem nada de mais, foram uns problemas de percursso na cozinha que tornaram esse bolo uma batalha.

O quase arrependimento começou com a preparação da farofa de castanha. Deu um trabalho razoável descascar todas as castanhas, em compensação o processador fez em segundos a farofa. Então, descobri que eu tinha o dobro de farofa que precisava, tudo bem, eu posso dobrar a receita. Nessa altura eu já tinha ligado o forno e undado a forma que eu ia usar, uma redonda daquelas que abrem e o fundo sai. Provavelmente o dobro da massa não caberia na forma untada, mas tudo bem, no final eu resolveria o problema e podia rapinho untar outra forma e levar 2 ao forno.

Segui a receita, no caminho, dois ovos podres. Mal me recordo a última vez que eu achei ovo podre, só lembro disso na minha infância, depois que me tornei "adulta" só lembro de ovos bons. Bati todo o bolo até que chegou a hora das claras em neve. Eu nunca tive medo de clara em neve, bato até na mão, contanto que não sejam mais de 3 ovos. Como eu estava munida de uma super batedeira, não tive o menor medo, liguei e comecei a bater. E bate, bate, bate e nada! Não é possível. Espumou, mas estava mole como água. Bate, bate, bate. Pensei: deve ser a quantidade de ovos, vai demorar um pouco mais para ficar dura. Passa o tempo, a batedeira no máximo e nada. Será que não é no máximo? Será que tem uma velocidade específica para bater em neve? Entrei na internet, fiz uma busca rápida. Opiniões divergentes. Voltei para a cozinha, voltei a bater e bater e bater. Perdi a paciência. Chega, vai bolo com clara em orvalho.

Outro problema: o bolo ficou com a massa líquida e a forma de encaixe não funciona com massa líquida, vasa tudo e faz uma zona no forno. Untei outra forma, uma toda decorada cheia de reentranças. Ela foi a primeira que veio na minha cabeça por causa do tamanho, mas na hora que eu virei a massa nela e vi aquele líquido todo tive um "déjà vu" de que aquilo ia grudar e que eu não conseguiria fazer a massa sair inteira de todas as reentranças da forma.

Comecei a reclamar alto, enquanto abria o forno para colocar a forma. Desolada eu fechei o forno, a cozinha estava uma zona, eu já estava a quase 2 horas lutando com o que deveria ser um bolo e achava, de antemão, que no final eu teria farelos. Tristeza sem fim, até que uma voz soou: porque você não colocou na forma de pudim grande que tem ai? Oh!!! Esqueci completamente dessa forma, ela é lisinha, grande, perfeita para o bolo líquido. Tirei a forma do forno, untei rapidinho a forma de pudim, virei a massa e coloquei de volta para assar. Me animei um pouco com a possibilidade de ter um bolo inteiro e bonito, mesmo depois da perrenga. (Depois de feito o bolo e desenformado, percebi que ele formou uma crostinha bem lisa em volta e acho que teria desinformado direitinho da outra forma...)

Cheia de esperança e com a sensação de que apesar de árdua, eu venceria a batalha, respirei fundo, coloquei as luvas e parti para a segunda tarefa: limpar o campo de guerra.

O resultado foi ótimo. Como vocês podem ver o bolo ficou fofinho, apesar das claras moles. O sabor é delicioso. Recomendo para os aventureiros, ou para aqueles dias entediantes em que as horas não passam, pois você gastará um bom tempo com o bolo e será muito bem recompensado com um bolo inteiro delicioso para você chafurdar o tédio. Aqui em casa, as fatias valem ouro. Como ele ficou delicioso e eu já avisei que a receita não será repetida (pelo menos enquanto eu me lembrar dessa guerra e não me render a um pedido encarecido), cada garfada é saboreada como se fosse a última.

Bolo de Castanha Portuguesa dos produtores americanos

- 1/2 xícara de Óleo de Oliva
- 1 xícara de Farinha de Castanha
- 1/4 xícara Nozes
- 1/2 colher de chá de Fermento
- 1/2 colher de chá de Bicarbonato de Sódio
- 1/2 colher de chá de Sal
- 3 Ovos (gema separada da clara)
- 1/2 xícara de Mel
- 1/4 xícara de Açúcar (eu diminuí e usei só 2 colheres de sopa. O motivo foi que eu esqueci do açúcar em uma das etapas. Como o bolo ficou ótimo sem elas acho que as 2 colheres podem ser excluídas. Na verdade, acho que o açúcar todo é desnecessário. O bolo ficará suficientemente doce só com o mel e sua saúde agradece a economia de açúcar.)
- Açúcar de confeiteiro para cobertura

1. Coloque a prateleira do forno na posição do meio e pré-aqueça o forno a 180˚C
2. Unte com manteiga e farinha uma forma redonda de aproximadamente 25cm de diâmetro
3. Torre as nozes no forno por 20-25 minutos. Esfregue com um pano para tirar a casca (não vai sair completamente), bata no processador para quebrar em pedaços médios, mas não deixe virar farinha. (eu pulei a fase de torrar as nozes e descascá-las e passei no processador com casca e tudo, não acho que faz diferença.)
4. Misture a farinha de castanha, o fermento, o bicarbonato, o sal e as nozes.
5. Em outra tigela bata as gemas com o óleo, o mel e 2 colheres de sopa de açúcar (eu não coloquei essas colheres de açúcar) até ficar claro e cremoso (por +- 5 minutos). Acrescente a mistura de farinha e misture devagar até ficar homogêneo.
6. Bata em neve as claras com uma pitada de sal. Depois de dura, daquela que vc vira de cabeça para baixo e não cai, adicione aos poucos (se quiser, eu não colocaria) 2 colheres de sopa de açúcar. Incorpore em 3 partes a clara em neve à massa.
7. Coloque na forma e asse por 30 minutos. Cubra com papel alumínio e asse por mais 10 a 15 minutos.
8. Deixe esfriar em uma grelha e povilhe açúcar de confeiteiro para enfeitar.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Bolo de Amendôas - Mandelkuchen



Esse é um bolo alemão com cobertura crocante de amêndoas que eu fiz há muito tempo. Sempre penso em fazer de novo, pois era maravilhoso, mas nunca repeti a receita. Estou publicando para não esquecer de fazer logo!

Massa:
1 xícara de Creme de Leite (250ml)
1 xícara de Açúcar
2 xícaras de Farinha
1 colher de chá de Extrato de Baunilha
4 Ovos
1 colher de sopa de Fermento em Pó

Cobertura:
100 g de Manteiga
1 xícara de Açúcar
2 colheres de sopa de Leite
200 g de Amêndoas fatiadas ou picadas grosseiramente


Bata os ovos com o açúcar e o açúcar de baunilha. Adicione o creme de leite,

o creme de leite, a farinha e o fermento e misture bem. Despeje a massa em uma forma retangular bem untada e enfarinhada. Asse em forno pré-aquecido (200°) por 15 minutos. Enquanto isso prepare a cobertura: Derreta a manteiga e misture aos demais ingredientes da cobertura. Retire o bolo do forno e rapidamente espalhe a cobertura com a ajuda de uma espátula. Leve o bolo ao forno novamente e asse até que fique levemente dourado.


Mandelkuchen
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